Esquecendo-se de orar

Observa-se que, lamentavelmente, muitos companheiros de Doutrina vêm relegando a oração a plano secundário - oram apenas quando, de público, são conclamados a tanto.

A oração deve ser a nossa luz de todo instante, na travessia das dificuldades que, no caminho de quem não ora, costumam exacerbar-se.

A oração é um exercício de humildade, abençoada escora que nos mantém de pé, quando sopra mais forte o vento das adversidades.

Orar em comunhão íntima com o Criador, elevando o pensamento e o coração, buscando forças e coragem, por suplementos indispensáveis nas provações que estejamos atravessando e nas que ainda haverão de chegar ...

A oração sincera é vacina contra a perturbação e o desequilíbrio à mercê do qual se colocam aqueles que se julgam dispensados de orar.

A vida de muita gente se converte, sem dúvida, em uma prece contínua, por suas ações centralizadas no bem, mas nem por isso deveriam se considerar isentos da necessidade de, genuflexos, se dirigirem ao Criador em um gesto de reverência e respeito do filho para com o Pai!

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